Encontrar um bom fornecedor de tecnologia não deveria ser uma aposta

João Diomasio, da Marjô Tecnologia, visitou a sede da SUCESU PR e conversou com o presidente Fernando Misato sobre confiança, curadoria e a relação entre quem compra e quem entrega tecnologia.

Todo gestor que já contratou um fornecedor de tecnologia conhece a sensação. As propostas chegam parecidas, os portfólios são bonitos e as promessas soam iguais. Só depois de alguns meses de projeto dá para saber se a escolha foi boa ou se foi um erro caro.

Esse foi o ponto de partida da visita de João Diomasio, da Marjô Tecnologia, à sede da SUCESU PR, onde foi recebido pelo presidente da organização, Fernando Misato.

A dor de quem compra tecnologia

O mercado nunca teve tantas opções. Fábricas de software, consultorias, squads sob demanda, especialistas em IA: a oferta cresceu muito, e a clareza não acompanhou. Para a empresa que compra, o problema não é falta de fornecedor. É separar quem entrega de verdade de quem só se apresenta bem.

As consequências são conhecidas: projetos que atrasam, escopos que mudam sem controle, times que trocam no meio do caminho e investimentos que não viram resultado. Cada contratação ruim também deixa um efeito menos visível, que é a desconfiança. A empresa passa a desconfiar do próximo fornecedor, do próximo projeto e até da própria capacidade de inovar.

A SUCESU como filtro do ecossistema

Durante o encontro, Fernando Misato apresentou o papel que a SUCESU PR vem assumindo nesse cenário, que vai além de reunir empresas do setor: a entidade atua como um filtro. A proposta é aproximar as empresas compradoras das melhores fornecedoras, reduzindo o risco da escolha e elevando o padrão do mercado como um todo.

Para dar ainda mais consistência a esse papel, a SUCESU PR está desenhando programas de acreditação. A ideia é criar critérios claros para reconhecer fornecedores que demonstram maturidade, qualidade de entrega e compromisso com o cliente. Para quem compra, isso significa ter uma referência confiável na hora de decidir. Para quem fornece, é um incentivo a provar o próprio valor com base em critérios, e não só em discurso.

Para a Marjô, a iniciativa vai na direção certa. Um ecossistema de tecnologia forte depende de confiança, e confiança se constrói com critério, transparência e histórico.

O que a Marjô levou para a mesa

João aproveitou o encontro para compartilhar alguns cases da Marjô e mostrar como a empresa tem trabalhado para diminuir essa mesma dor na área de desenvolvimento.

A Marjô parte de uma premissa simples: o cliente não deveria precisar apostar. Por isso, estruturou sua atuação em modelos que deixam claro, desde o início, o que será entregue e como:

  • Time Dedicado: squads alocados de forma contínua, integrados à rotina do cliente, para empresas que precisam de capacidade de desenvolvimento com estabilidade e previsibilidade.
  • Escopo Fechado: projetos com entregáveis e prazos definidos, para quem precisa de um resultado específico com começo, meio e fim.

A inteligência artificial também tem ganhado cada vez mais espaço no trabalho da empresa. A Marjô faz implementações de IA conectadas ao contexto real do negócio do cliente, incluindo a criação de agentes, e oferece capacitação para que os times de desenvolvimento rendam mais com essas ferramentas.

Mais do que os modelos de contratação, o que a Marjô busca é uma relação em que o cliente saiba o que está comprando, acompanhe o que está sendo feito e veja o resultado acontecer.

Um caminho em comum

A visita deixou claro que SUCESU PR e Marjô olham para o mesmo problema de lados complementares. A entidade trabalha para organizar e qualificar o ecossistema. A Marjô trabalha para ser o tipo de fornecedor que esse ecossistema precisa.

Quando a empresa compradora encontra parceiros confiáveis, ela deixa de gastar energia se protegendo e passa a investir essa energia em crescer. No fim, é disso que se trata.

A Marjô agradece a Fernando Misato e à equipe da SUCESU PR pela recepção e pela conversa, e segue comprometida com a missão de tornar a compra de tecnologia menos arriscada e mais estratégica.